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Dia Mundial das Migrações Versão para impressão
Terça, 18 Dezembro 2012 23:53

ocpmCelebra-se hoje o Dia Mundial das Migrações, tendo em conta uma realidade que sempre tem acompanhado a humanidade. Calcula-se que mais de 214 milhões de pessoas vivem fora do seu país de origem.

Neste dia é-nos proposto refletir sobre esta condição da família humana e assumir a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais justa e fraterna, o que não pode acontecer sem uma atitude de acolhimento e de respeito por todas as pessoas, independentemente da sua origem, cultura ou credo religioso . Se tal atitude é uma exigência normal da nossa fé, por maior razão há que assumi-lo quando, perante a crise económica internacional, o fenómeno migratório é encarado pelos cidadãos e pelos governos com desconfiança, o que vai gerar o aparecimento de leis que ainda mais dificultam e deterioram as condições de vida daqueles que entenderam fazer uso de um direito fundamental que é poder “abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país.” E nós, como cidadãos de um país que por cada imigrante que aqui foi acolhido tem cerca de dez que sairam e vivem espalhados pelos cantos do mundo, não podemos ignorar essa exigência.

emigr portPara assinalar a data teve lugar a realização das “Jornadas do Observatório da Imigração, em cujo programa se integrou a Sessão de Encerramento das Celebrações dos 50 anos da Obra Católica Portuguesa de Migrações, às 17h00, na Fundação Calouste Gulbenkian, com uma homenagem a pessoas e instituições que têm trabalhado em prol dos nossos migrantes, sejam eles os que daqui saíram, como os que aqui se quiseram estabelecer. P6170595O diretor da OCPM, Frei Francisco Sales Diniz realçou os méritos da instituição, que foi construída de mãos dadas com as mais variadas instituições. Também o presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e da Mobilidade Humana, D. Jorge Ortiga, referiu que com vasta experiência curricular no auxílio às fragilidades humanas, a Igreja soube antecipar-se e esperar a chegada de milhares de portugueses às terras que os acolheram. Ainda por parte do Estado, representado pelo Secretário de Estado-Adjunto, Dr. Feliciano Barreiras Duarte e da Comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural, Dra. Rosário Farmhouse foram assinaladas marcas positivas da Obra.

Regista-se como particularmente significativa a observação de D. Jorge, recordando este passado que se homenageia, mas também apontado o desafio de dar continuidade à obra no futuro que se nos apresente e nas circunstâncias novas que temos de identificar e a elas responder.