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Ainda há flores no deserto Versão para impressão
Sexta, 03 Janeiro 2014 23:48

florPalavras que animam
A Liturgia do passado dia 15 exortava a comunidade a viver na alegria, alimentando o sonho primeiro de toda a pessoa, utilizando as belas expressões de Isaías que realçam o contraste entre o que vai acontecendo e aquilo que no fundo cada um gostaria que acontecesse: “Alegrem-se o deserto e o descampado, rejubile e floresça a terra árida” (Is.35).

As flores não morreram
ObrigadoMadibaNesse mesmo dia descia ao sepulcro Nelson Mandela, a quem o povo sul-africano afetuosamente tratava por Madiba, e perante cuja memória a humanidade se inclinava em sinal de respeito e admiração. O texto bíblico nos sugeria que num mundo tantas vezes semelhante a um deserto a riqueza da humanidade se manifesta nessas flores que aparecem no meio inóspito e agreste. A par de monstros que de vez em quando vão aparecendo, são-nos dadas pessoas que irradiam luz e provocam confiança e alegria no deserto da vida: é o caso de Mandela. O Evangelho falava de João que não era uma “cana agitada pelo vento”, nem uma “figura vestida de roupas delicadas e finas”; também ele não foi nem uma nem outra. Nem o nome que os poderosos lhe quiseram tirar, substituindo-o por um número - 46664, nem a prisão de Robben Island que tentou domesticá-lo durante um quarto de século, conseguiram roubar-lhe o que mais dignifica a pessoa humana: a sua consciência e a sua liberdade; ou como ele dizia: “As pessoas podem levar tudo de nós, menos a nossa mente e o nosso coração”. A sua visão e testemunho convencem-nos de que a grandeza da pessoa não está no que tem, mas naquilo que é”.

A Alegria do Evangelho
dinheiroNessa direção vai a doutrina do Papa Francisco, bebida na fonte cristalina do Evangelho e manifestada nas suas palavras e gestos e agora na primeira exortação apostólica  “Evangelii Gaudium”. Logo no início insiste nos dados que nos condicionam, vivendo por vezes como que submergidos  numa “múltipla e avassaladora oferta de consumo”, o que conduz a uma “tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca dos prazeres superficiais, da consciência isolada” (EG 2). Estamos a viver tempos de perplexidade e de sofrimento numa Europa que foi deixando esvair o sonho de uma família comum, que ultrapassasse os egoísmos do poder, da exploração e da barbárie, como pensavam os seus fundadores Adenauer e Schuman baseados na matriz cristã do continente. Mas os ventos são contrários e as pessoas e a sociedade se fecham nos próprios interesses; deixa de haver espaço para os outros, já não há lugar para os pobres – são descartáveis – e já não se ouve a voz de Deus. Por isso o Papa bate na tecla da recusa de uma “economia da exclusão e da desigualdade social”, uma “economia que mata” (EG 53).

Ubuntu – a sabedoria da vida
Contrastando com este fechar-se sobre si mesmo, foi com alegria que podemos ver no passado dia 10 de Dezembro, na Fundação Calouste Gulbenkian,  mais uma realização do Seminário “Vidas Ubuntu”: os participantes na Academia Ubuntu partilharam a sua experiência de vida, inspirados  nessa mundividênciaUbuntu  que considera que a essência do ser humano consiste em assumir que  “eu sou porque tu és”; a porem em comum o que foram descobrindo e que os ensina a viver, ainda que remando contra a corrente de uma sociedade que é assoberbada pela informação “que nos satura indiscriminadamente de dados e nos conduz a uma tremenda superficialidade no momento de enquadrar as questões morais” (EG 64).  Essa caminhada é feita a partir da referência da cultura africana Ubuntu e do exemplo de grandes figuras como Nelson Mandela, Martin Luther King ou Desmond Tutu. Tal visão ajuda a relativizar e a colocar na verdadeira escala a pretensa superioridade de uma cultura, o que não não passa de uma ilusão. Seguramente que aqueles jovens – alguns tiveram a oportunidade de visitar Robben Island – poderão dizer como aquele jovem que numa das Comissões de Verdade e Reconciliação teve, na esteira de Madiba, a coragem de perdoar ao assassino dos seus pais e irmãs: “cada um de nós – sul-africanos – transporta dentro de si um pequeno Nelson Mandela”.

Valentim Gonçalves, CJP-CIRP
(publicado no VV 22.12.2014)