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Portugal entre a emigração e a imigração Versão para impressão
Quarta, 25 Janeiro 2012 23:57
OCPMNos passados dias 20, 21 e 22 de janeiro, realizou-se em Fátima o XII Encontro de Formação de Agentes Sociopastorais das Migrações, que congregou à volta de uma centena de pessoas envolvidas numa temática muito candente e cujas conclusões aqui registamos:

Conclusões
Agentes sóciopastorais das migrações analisaram, entre os dias 20 e 22 de janeiro de 2012, as transformações dos fluxos migratórios em Portugal, as políticas públicas propostas para o setor e as iniciativas das comunidades cristãs que, em Portugal ou nos locais de destino da emigração portuguesa, permitem experiências de acolhimento e integração dos migrantes e concretizam iniciativas de nova evangelização.

Verificando que:
  • A condição migrante faz parte da História de Portugal, deu-lhe protagonismo mundial ao longo dos séculos e marca a identidade dos portugueses, que fazem do território nacional um local de "partidas" e "chegadas", em cada tempo;
  • Atualmente, estima-se que 5 milhões e meio de portugueses vivem no estrangeiro. No ano de 2011, as estatísticas informam que terão sido 120 mil os cidadãos a sair de Portugal, número nunca atingido durante as décadas de maior emigração portuguesa, como nos anos 60.
  • A população imigrante, após o grande fluxo de entradas em Portugal sobretudo na viragem do milénio e apesar das condições de acolhimento e integração criadas não só pelas políticas públicas como pelas iniciativas da sociedade civil e da Igreja Católica, decresce devido à situação sócioeconómica do País. Segundo o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, serão 435 mil pessoas imigrantes a residir em Portugal.

Os participantes no XII Encontro de Formação propõem
1. Interiorizar a mudança de paradigma em relação à mobilidade humana, que assume as migrações como oportunidade de desenvolvimento pessoal e global, das sociedades de origem e de destino;
2. Edificar comunidades, missionárias ou paroquiais, onde aconteça uma troca de saberes e de sabores entre participantes de diferentes culturas, etnias ou religiões;
3. Eleger como critério prioritário de ação a cooperação pessoal e institucional, entre estruturas da administração pública, da sociedade civil, da Igreja Católica e de outras Igrejas, a nível nacional e internacional, em ordem ao esclarecimento dos migrantes e à respetiva integração em contextos interculturais;
4. Assumir como critério de convivência social a igualdade de direitos e deveres entre toda a população, nacional ou estrangeira, denunciando situações injustas como a discriminação salarial ou de acesso ao mercado de trabalho;
5. Conjugar as duas dimensões do trabalho com os migrantes, o apoio social e a evangelização, agora integradas na mesma Comissão Episcopal, procurando sinergias estruturais e complementaridade operacional;
6. Envolver a Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, em sintonia com as estruturas no terreno, na procura de soluções em que se aproximem as duas dimensões do trabalho com os migrantes;
7. Incluir no serviço social da paróquia a componente da mobilidade humana, consciencializando as comunidades cristãs para a necessidade de ter de saber quem chega, quem parte e que apoios precisam;
8. Expressar a solidariedade e a compreensão em relação à opção de emigrar de muitos concidadãos e, ao reconhecer as causas que os leva a saírem do País, constatar o empobrecimento que provocam e desafiar à manutenção de laços com Portugal, contribuindo de forma criativa para o seu desenvolvimento;
9. Participar em eventuais processos de alteração da lei da imigração, afirmando a incondicional defesa da dignidade humana;
10. No contexto dos 50 anos da OCPM, urge expressar uma palavra de memória e gratidão pelos muitos emigrantes e missionários que, ao partirem, lutaram pela sua vida e a dos seus familiares, sem esquecer as ajudas de desenvolvimento ao país de origem.

Reportagem da Agência Ecclesia sobre o
XII Encontro de Formação para agentes sócio pastorais das Migrações