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Mais Justiça para África Versão para impressão
Domingo, 27 Fevereiro 2011 18:47

Fórum Social Mundial

Dacar, capital do Senegal, acolheu com a sua típica hospitalidade aquele que já é o maior movimento social do mundo - o Fórum Social Mundial - entre os dias 6 e 10 de Fevereiro. Activistas, intelectuais e líderes religiosos discutiram problemas que afectam os povos do Sul do mundo, dando particular importância ao continente africano.

O Fórum Social Mundial (FSM) é uma iniciativa da sociedade civil e dos movimentos sociais como contraponto ao Fórum Económico Mundial que todos os anos se realiza em Davos, na Suíça. Em oposição às correntes neoliberais defendidas pelas instituições financeiras internacionais e por governos de todo o mundo, o FSM proclama o fim do actual modelo económico que rege o mundo. Com o lema "outro mundo é possível", propõe um sistema alternativo, assente numa economia social com a pessoa humana no centro das suas actividades.

Em favor dos povos árabes
Os participantes no FSM deste ano apoiaram as revoltas populares na Tunísia e Egipto que destronaram ditaduras corruptas, criando um efeito de contágio nos países do Médio Oriente, onde há um grande défice de democracia. Sensíveis à luta dos povos árabes por mais liberdade e progresso, os movimentos sociais presentes no FSM definiram o dia 20 de Março como uma jornada de mobilização global em solidariedade com as rebeliões no mundo árabe.

Além da actual conjuntura mundial de crises - crise financeira, alimentar, ambiental e energética, fizeram parte das agendas dos inúmeros debates e seminários preocupações como as alterações climáticas, a água, a mulher, a escalada dos preços alimentares e de primeira necessidade e o próprio continente africano no seu todo.

"Assalto" à terra africana

África esteve, efectivamente, no centro das atenções do FSM. O problema que preocupou de modo especial activistas, movimentos sociais e grupos cristãos foi o do uso abusivo de terras. Neste momento, vê-se com grande apreensão o arrendamento e compra por países ricos e empresas multinacionais de vastas áreas de terra em África a fim de produzirem produtos agrícolas para exportação e biocombustível de modo a reduzir a dependência em relação ao petróleo.

Grupos de Justiça e Paz da Igreja Católica, a Rede África Europa Justiça e a Paz (AEFJN) e a CIDSI (aliança de todas as organizações católicas não governamentais, na qual se inclui a Fundação Evangelização e Culturas (FEC) de Portugal) manifestaram as suas dúvidas quanto aos benefícios destes negócios para os países africanos. Se em algumas situações as vantagens são visíveis, noutras estão muito aquém, saldando-se em prejuízos para as populações locais. São exemplos disso o facto de muitos trabalhadores nessas terras não serem locais, as produções agrícolas serem destinadas à exportação e o arrendamento de terras forçar à expulsão dos agricultores, obrigando-os a emigrar para outros locais onde não têm terras. Há ainda a preocupação em relação ao impacto ambiental a longo prazo. A conclusão é de que os investidores e arrendatários estrangeiros acabarão por beneficiar e lucrar muito mais em comparação com os Africanos, para quem sobejarão alguns "restos".

A Igreja em África critica a falta de debate público sobre o assunto e defende o direito à terra das comunidades locais contra investidores gananciosos. Os actuais contratos entre governos africanos e governos e empresas estrangeiras não são do domínio público e nem se sabem quantos hectares de terra arável foram arrendados.

 

Edições do Fórum Social Mundial e Africano: 2001 - 2011
Fórum Social Mundial

2001: Porto Alegre
2002: Porto Alegre
2003: Porto Alegre
2004: Bombaim
2005: Porto Alegre
2006: Fórum em três cidades: Bamaco (Mali), Caracas(Venezuela), Carachi (Paquistão)
2007: Nairóbi (Quénia
2009: Belém (Brasil)
2010: Dez anos do FSM (múltiplos fóruns)

Fórum Social Africano

2001: Bamaco (Mali)
2003: Adis-Abeba (Etiópia)
2004: Lusaca (Zâmbia)
2005: Conacri (Guiné)
2008: Niamei (Nigéria)

P. António Carlos Ferreira, missionário comboniano, CJP-CIRP
(publicado no "Voz da Verdade" 27.02.2011)