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Passa o tempo... e os problemas ficam Versão para impressão
Quinta, 22 Setembro 2011 00:02

QParv-Set2Onde estamos ?

Tomámos há dias conhecimento de um comunicado do Pároco de N. Sra. da Conceição de Setúbal, chamando a atenção para um acontecimento banal, mas ao mesmo tempo, interpelador e inquietante. Apresentamos parte do texto:

Na manhã de hoje, quarta-feira, funcionários da EDP apoiados por um contingente da PSP, fortemente armado, cortou e arrancou os cabos eléctricos que serviam a população da chamada "Quinta da Parvoice" e das habitações construídas nas ruínas da antiga fábrica "Mecânica Setubalense", ficando as cerca de 60 famílias, mais de 200 pessoas, privadas de corrente eléctrica.
Esta acção desenvolvida sem "dó nem piedade" lançou a população em pânico pois todos os bens alimentares congelados nos frigoríficos e arcas congeladoras ficarão a curto prazo estragados e ficando toda a população às escuras e as crianças impossibilitadas de fazerem os deveres escolares.Esta acção repressiva, embora legal, é profundamente imoral e injusta. Os pobres ficam ainda mais pobres e foram humilhados na sua dignidade como se de criminosos se tratasse.
Actuar desta forma, cruzar os braços, auto-legitimando a sua passividade na pretensa "ilegalidade" em que as pessoas se encontram, é um "pecado dos que bradam aos céus", acções que humilham quem as sofre e deve envergonhar muito mais a dignidade de quem as não acautela ou remedeia.E contra estes pecados uma só atitude: bradar aos céus !
Setúbal 22011-09-14
P. Constantino Alves (Pároco de Nª Srª da Conceição)

QParvoice3Felizmente nem tudo ficou no banal e na indiferença. Nem poderia ficar. Há poucos dias a SIC, em Reportagem Especial", apresentava o bairro, a sua gente, os seus problemas e os seus sonhos, mas ao mesmo tempo a proximidade e a intervenção da Igreja. Também através da Agencia Ecclesia acompanhámos os seus desenvolvimentos e concluimos que os problemas não podem ser resolvidos pelo buldozer. Podemos ler:

As famílias dos bairros clandestinos da "Quinta da Parvoíce" e da antiga "Mecânica Setubalense", na diocese de Setúbal, vão ter a hipótese de se mudarem para "casas que estão devolutas", sob a responsabilidade da Segurança Social.
De acordo com o padre Constantino Alves, que acompanha a paróquia a que pertencem as pessoas - Nossa Senhora da Conceição - a solução partiu de uma reunião realizada hoje, envolvendo moradores, representantes políticos, sociais e religiosos da região.
"O Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social referiu que tem várias casas que estão devolutas só que precisam de ser reabilitadas. Quem quiser ser realojado tem que assumir a sua recuperação".
Para aquele responsável, trata-se de "uma porta que se abre" para cerca de 60 famílias (mais de 200 pessoas) que "vivem há anos na ilegalidade, devido à falta de alternativas".

Peninsula_SetNo momento de crise que atravessamos para alguns falar destes problemas "menores" não passa de distração; para outros preocupar-se com tal é dar continuidade ao atraso ao subdesenvolvimento, à clandestinidade; para uns tantos ver pessoas da Igreja lá envolvidos acaba por dar uma certa tranquilidade de consciência porque no compromisso de uns se veem de alguma forma representados e mesmo protegidos de eventuais críticas.
Mas para todos continua a questão:
Como se explica que (quase) 20 anos depois de um audacioso projecto governamental de acabar com as barracas nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto - o PER - ainda continuamos a assistir a estas cenas, chocantes não tanto por elas mas sobretudo pelo lugar que fica reservado para o povo carenciado - encarado como ilegal, clandestino, enfim não-cidadão. Ainda que, pelo meio, haja situações de marginalidade, de contra-cidadania, também isso não o pode explicar e justificar, até porque essas situações, além de em grande parte constituírem fruto dessa abandono por parte do poder, são o que são pela falta de elas serem tomadas a sério por parte das autoridades, pela sua falta de empenho, pela tradicional e quase crónica incapacidade de articulação.

Quando contemplamos a beleza natural de Setúbal e essas manchas produzidas por nós, só nos apetece repetir o aforismo "Deus dá as nozes a quem não tem dentes".

V.G.


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